Lembro-me do meu fusca amarelo. Não era desses com motor e rodas de verdade; mas sim um de brinquedo. Aquele com pedal. Meu pai me levava até a padaria puxando o incrível veículo com uma corda verde amarrada no para-choque. Que felicidade! Íamos felizes e imaginávamos as mais lindas paisagens: campo, cidade, praia... nossa, como eu era feliz!
Hoje o fusca amarelo está na memória. E talvez vocês estejam perguntando: E seu pai?
Bom, fácil de responder, ele está no céu olhando por mim. Quando faço alguma coisa de errado, ele puxa a cordinha verde. Nunca deixou de me guiar, nunca deixou de brincar e nunca deixará de me Amar!
quarta-feira, 6 de julho de 2016
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